CASES CLÍNICOS

Cases clínicos: como a tomografia orienta o plano de tratamento

Seis cenários do fluxo de imagem — implante, retratamento de canal, siso junto ao nervo, canino incluso, ATM e lesão óssea — mostram o que a reconstrução tridimensional muda antes de o procedimento começar, e como cada caso fica documentado.

SEIS CENÁRIOS

O que a imagem decide antes do procedimento

Cada caso começa com um pedido do cirurgião-dentista e termina com uma decisão mais segura — apoiada em medidas, não em impressões. Seis situações clínicas mostram o mesmo fluxo, da solicitação ao registro.

Implante e cirurgia guiada

O osso onde o implante entra é medido em três dimensões — e o guia cirúrgico sai da mesma tomografia.

Retratamento de canal

Um canal escondido, como o segundo canal mésio-vestibular (MB2) do molar superior, deixa de ser achado de sorte no retratamento.

Siso junto ao nervo

A distância da raiz ao canal mandibular decide a técnica de extração e o que esperar do pós-operatório.

Canino incluso

O dente que não nasceu é localizado em três dimensões — palatino ou vestibular, e a que distância das raízes vizinhas.

Dor na ATM

A imagem mostra a estrutura óssea da articulação — aplainamento, esclerose e o espaço articular lado a lado.

Lesão óssea

Uma área radiolúcida vista na panorâmica ganha dimensões, limites e relação com o canal mandibular na tomografia.

METODOLOGIA

Como os casos são conduzidos

Esta página reúne cenários construídos a partir do fluxo real da clínica: a solicitação do exame, a aquisição da imagem, a leitura e a entrega — editada em template digital ou em DICOM sem edição, conforme o pedido.

Os dados de identidade são anonimizados: nenhum nome, idade exata ou característica identificadora aparece. O objetivo é mostrar, em linguagem acessível, o que a imagem responde antes de cada procedimento — e como o caso fica documentado para o dentista.

  • O pedido vem do dentista: é ele quem indica a região e o protocolo de aquisição;
  • A aquisição é dirigida à pergunta: campo limitado, voxel ajustado e dose mínima;
  • O laudo descreve o que a imagem mostra — o diagnóstico é do profissional que acompanha o caso;
  • A entrega sai digital: acesso online por login e senha, em template editado ou DICOM bruto para planejamento.

Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.

CASO 1 · IMPLANTODONTIA

Caso 1 — Maxila atrófica e cirurgia guiada

O ponto de partida: paciente com três dentes ausentes na região posterior da maxila, planejando prótese fixa sobre implantes. A radiografia panorâmica mostrou o espaço, mas não a espessura do osso — a pergunta que só a imagem tridimensional responde.

Pedido: tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) de um arco.

O que a imagem mostrou:

  • Rebordo com perda óssea na região dos dentes ausentes;
  • Pneumatização do seio maxilar: o seio avançou sobre o espaço ósseo, reduzindo a altura disponível para o implante;
  • Região anterior e assoalho nasal preservados.

O que mudou no plano: a medida das alturas orientou a elevação do assoalho do seio maxilar com enxerto ósseo na região de menor volume. Na sequência, os implantes foram instalados com cirurgia guiada: o guia cirúrgico foi produzido a partir da sobreposição da tomografia com o escaneamento intraoral, e a posição planejada no computador foi reproduzida no momento cirúrgico.

Registro: tomografia inicial, plano virtual e pós-operatório ficam documentados — comparáveis ao longo do acompanhamento da reabilitação.

Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.

CASO 2 · ENDODONTIA

Caso 2 — O canal escondido no retratamento

O ponto de partida: paciente com dor persistente após tratamento de canal em um primeiro molar superior. A radiografia periapical mostrava uma lesão na ponta da raiz, mas não conseguia explicar a causa.

Pedido: tomografia localizada — TCFC de 1 a 2 elementos — do dente.

O que a imagem mostrou:

  • Segundo canal na raiz mésio-vestibular — o MB2, que existe em boa parte dos molares superiores —, não tratado no primeiro atendimento;
  • Radiolucência periapical discreta associada, com limites bem definidos;
  • Sem imagem de fratura radicular — a hipótese que mudaria o plano para cirúrgico foi descartada.

O que mudou no plano: o retratamento endodôntico seguiu com acesso ampliado até encontrar o MB2, que foi instrumentado e obturado; a lesão passou a ser acompanhada com nova radiografia no mesmo padrão da primeira, para medir a evolução.

Registro: o conjunto inicial (periapical + tomografia) e o controle pós-retratamento ficam comparáveis — a evidência de que o canal tratado desta vez foi tratado.

Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.

CASO 3 · CIRURGIA BUCOMAXILOFACIAL

Caso 3 — O siso encostado no nervo

O ponto de partida: paciente jovem com terceiro molar inferior incluso e dores recorrentes. A panorâmica sugeria sobreposição entre a raiz e o canal mandibular — sem dizer se havia contato real.

Pedido: TCFC de terceiros molares.

O que a imagem mostrou:

  • Dente mesioangulado, com raízes curvadas próximas ao canal mandibular;
  • Nos cortes axiais e sagitais, perda da cortical óssea do canal na altura das raízes — sinal de relação íntima com o nervo alveolar inferior;
  • O lado oposto e os terceiros molares superiores sem essa proximidade.

O que mudou no plano: com a relação documentada, o cirurgião conversou com o paciente sobre o risco de parestesia do lábio e do queixo antes de decidir — e optou pela remoção completa em vez da coronectomia, com osteotomia mínima e divulsão cuidadosa planejadas a partir das medidas da imagem. O pós-operatório seguiu sem alteração de sensibilidade.

Registro: a distância raiz–nervo medida na tomografia e a evolução da sensibilidade fazem parte da documentação do caso.

Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.

CASO 4 · ORTODONTIA E CIRURGIA

Caso 4 — O dente que não nasceu

O ponto de partida: paciente adolescente com canino permanente que não erupcionou, em tratamento ortodôntico. A radiografia panorâmica localizava o dente, mas não respondia à pergunta que decide o acesso: o canino está por palatino ou por vestibular — e a que distância das raízes dos incisivos?

Pedido: TCFC localizada (1 a 2 elementos) para localização tridimensional do dente incluso.

O que a imagem mostrou:

  • Canino incluso na posição palatina, com a coroa contra a cortical — sem erupção espontânea prevista;
  • A distância até as raízes dos incisivos vizinhos e a ausência de reabsorção radicular associada;
  • A curvatura da raiz e o melhor eixo para o tracionamento ortodôntico.

O que mudou no plano: com a posição palatina documentada, a exposição cirúrgica foi planejada pelo acesso correto, e o guia de posicionamento ajudou a colagem do acessório no ponto planejado do computador. O tracionamento seguiu com o controle radiográfico em um único padrão, comparável a cada etapa.

Registro: a tomografia inicial documenta a posição do dente e a integridade das raízes vizinhas — base de comparação para cada controle do tracionamento.

Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.

CASO 5 · DTM / DISFUNÇÃO DA ATM

Caso 5 — A articulação que dói

O ponto de partida: paciente com dor na articulação temporomandibular (ATM), estalido ao abrir a boca e desconforto ao mastigar. A pergunta da clínica: há alteração óssea na articulação — degenerativa, inflamatória ou traumática?

Pedido: TCFC da ATM, com reconstruções em diferentes planos e comparação direta entre o lado sintomático e o lado contralateral.

O que a imagem mostrou:

  • Aplainamento da cabeça da mandíbula e esclerose óssea subcondral — sinais imagem compatíveis com remodelação/degradação articular crônica;
  • Espaço articular reduzido à direita, com o côndilo em posição compatível com disco deslocado (o disco em si não é visto na TCFC — avaliado por ressonância magnética quando indicado);
  • Sem fratura, sem luxação e sem sinais de anquilose — hipóteses que mudariam a conduta.

O que mudou no plano: com o diagnóstico de alteração degenerativa sem indicação cirúrgica imediata, a conduta seguiu conservadora — orientação, fisioterapia e placa oclusal — e o caso foi mantido em acompanhamento clínico e de imagem, com registros comparáveis no tempo.

Registro: a tomografia inicial e os controles futuros permitem medir evolução de alteração óssea e orientar a decisão de intervir.

Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.

CASO 6 · PATOLOGIA BUCAL

Caso 6 — Uma lesão que aparece no raio-x

O ponto de partida: paciente com uma área radiolúcida de contorno impreciso na radiografia panorâmica, na região posterior da mandíbula. A pergunta: a lesão está apenas entre as raízes ou estende-se ao osso circundante, ao canal mandibular ou à base da mandíbula?

Pedido: TCFC de campo ampliado da região posterior da mandíbula.

O que a imagem mostrou:

  • Área radiolúcida com limites melhor definidos na tomografia, menor extensão real do que a sobreposição da panorâmica sugeria;
  • Relação com o canal mandibular preservada, sem deslocamento significativo das estruturas vizinhas;
  • Cortical óssea íntegra na maior parte do contorno, com área de expansão discreta no lado vestibular.

O que mudou no plano: a imagem dimensionou a lesão para o planejamento cirúrgico — o acesso, a osteotomia e a margem de segurança — e orientou o encaminhamento para a biópsia e o estudo anatomopatológico. O diagnóstico definitivo é sempre do exame microscópico; a imagem tridimensional definiu como chegar até ele com segurança.

Registro: as medidas e a localização da lesão ficam documentadas, e o controle pós-cirúrgico é comparável ao exame inicial.

Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.

MODELO DIAGNÓSTICO

Quando a cirurgia sai do computador

Quando o caso pede, a mesma tomografia sai do computador: a clínica trabalha com modelos anatômicos impressos em 3D e guias cirúrgicos produzidos a partir da imagem. A réplica do osso do paciente permite estudar a região, simular a osteotomia e antecipar o passo cirúrgico antes de tocar no paciente.

Nas reabilitações sobre implante, o escaneamento intraoral completa o fluxo: a superfície dos dentes se soma ao osso da tomografia em um mesmo planejamento virtual.

Onde fazer o exame: Av. República Argentina, 665 — Conjunto 1306, Água Verde, Curitiba (CLM 919). Agendamento pela central: (41) 3014-7272. Segunda a sexta, das 8h às 18h; sábado, das 8h às 13h.

PARA O DENTISTA

Monte o seu caso com o mesmo fluxo

O mesmo fluxo desta página atende a sua rotina: pedido → aquisição dirigida à sua pergunta → entrega em template editado ou DICOM sem edição → acesso permanente por login e senha.

Quando o caso exige, guia cirúrgico e modelo impresso saem do próprio exame. Veja os protocolos por especialidade e o que cada tipo de exame oferece ao seu planejamento.

Na dúvida de qual campo ou protocolo pedir, fale com a nossa equipe pela central (41) 3014-7272 — indica-se a aquisição conforme o objetivo do caso.

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Exames digitais, com resultado online para você e para o seu dentista

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Melhor clínica de radiologia odontológica

CRO 9935

Dra. Paula de Moura, responsável técnica

Seg a sáb

Água Verde — Av. República Argentina, 665

A RadioCenter entrega a tomografia que sustenta o seu caso: imagem 3D, dose mínima, entrega digital e laudo com responsabilidade técnica.

Perguntas Frequentes

FAQ

São cenários ilustrativos, construídos a partir do fluxo real de exames da clínica. Os dados de identidade são anonimizados — nenhum nome, idade exata ou característica identificadora aparece. O objetivo é mostrar o que a imagem responde antes de cada procedimento.
Com o pedido do seu cirurgião-dentista. Ele indica a região e o protocolo de aquisição; a RadioCenter realiza o exame, e a entrega sai digital — em template editado ou em DICOM sem edição, conforme o pedido.
É uma réplica física do osso e dos dentes do paciente, produzida a partir da tomografia. Permite estudar a região, simular a osteotomia e testar o plano de enxerto ou de implante antes do procedimento. É um recurso solicitado no pedido, indicado caso a caso.
Não. A RadioCenter é uma clínica de diagnóstico por imagem odontológica: realizamos o exame e, quando pedido, o guia cirúrgico e o modelo impresso. O diagnóstico e o procedimento são sempre do cirurgião-dentista que acompanha o paciente.
Os exames são 100% digitais: o acesso online por login e senha fica disponível a você e ao seu dentista sem depender de retirar envelope. Prazos específicos — incluindo guias e modelos 3D — são informados no agendamento, pela central (41) 3014-7272.
O aparelho é o mesmo — a tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) —, mas a aquisição é dirigida à pergunta do pedido: campo, tamanho do voxel e reconstrução são ajustados à região e ao objetivo. O laudo descreve o que a imagem mostra naquela região; o diagnóstico é do profissional que solicitou o exame.
Os exames de imagem odontológica usam radiação ionizante em doses baixas e o campo é limitado à região que o seu dentista precisa avaliar — quanto mais localizado o pedido, menor a área irradiada. Os equipamentos e protocolos seguem a responsabilidade técnica da Dra. Paula de Moura (CRO 9935).
OUTROS EXAMES

Seu pedido é de outra área?

Cada página explica, em linguagem de paciente, como o exame é feito e como o resultado chega até você.

Implante dentário

Tomografia do osso onde o implante vai entrar.

Tratamento de canal

Radiografia e tomografia da raiz do dente.

Extração e cirurgia

Siso, dente incluso e cirurgias da face.

Dor na ATM (DTM)

Exames da articulação da mandíbula.

Aparelho ortodôntico

Documentação completa para iniciar o tratamento.

Lesões na boca

Imagem de alterações na boca e nos maxilares.

Atendimento

Unidade Água Verde

Av. República Argentina, 665 — Cj. 1306 (CLM 919)
Curitiba – PR, 80240-210

(41) 3014-7272
Segunda a sexta, 8h às 18h · Sábado, 8h às 13h