CASES CLÍNICOS
Seis cenários do fluxo de imagem — implante, retratamento de canal, siso junto ao nervo, canino incluso, ATM e lesão óssea — mostram o que a reconstrução tridimensional muda antes de o procedimento começar, e como cada caso fica documentado.
O osso onde o implante entra é medido em três dimensões — e o guia cirúrgico sai da mesma tomografia.
Um canal escondido, como o segundo canal mésio-vestibular (MB2) do molar superior, deixa de ser achado de sorte no retratamento.
A distância da raiz ao canal mandibular decide a técnica de extração e o que esperar do pós-operatório.
O dente que não nasceu é localizado em três dimensões — palatino ou vestibular, e a que distância das raízes vizinhas.
A imagem mostra a estrutura óssea da articulação — aplainamento, esclerose e o espaço articular lado a lado.
Uma área radiolúcida vista na panorâmica ganha dimensões, limites e relação com o canal mandibular na tomografia.
Esta página reúne cenários construídos a partir do fluxo real da clínica: a solicitação do exame, a aquisição da imagem, a leitura e a entrega — editada em template digital ou em DICOM sem edição, conforme o pedido.
Os dados de identidade são anonimizados: nenhum nome, idade exata ou característica identificadora aparece. O objetivo é mostrar, em linguagem acessível, o que a imagem responde antes de cada procedimento — e como o caso fica documentado para o dentista.
Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.
O ponto de partida: paciente com três dentes ausentes na região posterior da maxila, planejando prótese fixa sobre implantes. A radiografia panorâmica mostrou o espaço, mas não a espessura do osso — a pergunta que só a imagem tridimensional responde.
Pedido: tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) de um arco.
O que a imagem mostrou:
O que mudou no plano: a medida das alturas orientou a elevação do assoalho do seio maxilar com enxerto ósseo na região de menor volume. Na sequência, os implantes foram instalados com cirurgia guiada: o guia cirúrgico foi produzido a partir da sobreposição da tomografia com o escaneamento intraoral, e a posição planejada no computador foi reproduzida no momento cirúrgico.
Registro: tomografia inicial, plano virtual e pós-operatório ficam documentados — comparáveis ao longo do acompanhamento da reabilitação.
Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.
O ponto de partida: paciente com dor persistente após tratamento de canal em um primeiro molar superior. A radiografia periapical mostrava uma lesão na ponta da raiz, mas não conseguia explicar a causa.
Pedido: tomografia localizada — TCFC de 1 a 2 elementos — do dente.
O que a imagem mostrou:
O que mudou no plano: o retratamento endodôntico seguiu com acesso ampliado até encontrar o MB2, que foi instrumentado e obturado; a lesão passou a ser acompanhada com nova radiografia no mesmo padrão da primeira, para medir a evolução.
Registro: o conjunto inicial (periapical + tomografia) e o controle pós-retratamento ficam comparáveis — a evidência de que o canal tratado desta vez foi tratado.
Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.
O ponto de partida: paciente jovem com terceiro molar inferior incluso e dores recorrentes. A panorâmica sugeria sobreposição entre a raiz e o canal mandibular — sem dizer se havia contato real.
Pedido: TCFC de terceiros molares.
O que a imagem mostrou:
O que mudou no plano: com a relação documentada, o cirurgião conversou com o paciente sobre o risco de parestesia do lábio e do queixo antes de decidir — e optou pela remoção completa em vez da coronectomia, com osteotomia mínima e divulsão cuidadosa planejadas a partir das medidas da imagem. O pós-operatório seguiu sem alteração de sensibilidade.
Registro: a distância raiz–nervo medida na tomografia e a evolução da sensibilidade fazem parte da documentação do caso.
Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.
O ponto de partida: paciente adolescente com canino permanente que não erupcionou, em tratamento ortodôntico. A radiografia panorâmica localizava o dente, mas não respondia à pergunta que decide o acesso: o canino está por palatino ou por vestibular — e a que distância das raízes dos incisivos?
Pedido: TCFC localizada (1 a 2 elementos) para localização tridimensional do dente incluso.
O que a imagem mostrou:
O que mudou no plano: com a posição palatina documentada, a exposição cirúrgica foi planejada pelo acesso correto, e o guia de posicionamento ajudou a colagem do acessório no ponto planejado do computador. O tracionamento seguiu com o controle radiográfico em um único padrão, comparável a cada etapa.
Registro: a tomografia inicial documenta a posição do dente e a integridade das raízes vizinhas — base de comparação para cada controle do tracionamento.
Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.
O ponto de partida: paciente com dor na articulação temporomandibular (ATM), estalido ao abrir a boca e desconforto ao mastigar. A pergunta da clínica: há alteração óssea na articulação — degenerativa, inflamatória ou traumática?
Pedido: TCFC da ATM, com reconstruções em diferentes planos e comparação direta entre o lado sintomático e o lado contralateral.
O que a imagem mostrou:
O que mudou no plano: com o diagnóstico de alteração degenerativa sem indicação cirúrgica imediata, a conduta seguiu conservadora — orientação, fisioterapia e placa oclusal — e o caso foi mantido em acompanhamento clínico e de imagem, com registros comparáveis no tempo.
Registro: a tomografia inicial e os controles futuros permitem medir evolução de alteração óssea e orientar a decisão de intervir.
Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.
O ponto de partida: paciente com uma área radiolúcida de contorno impreciso na radiografia panorâmica, na região posterior da mandíbula. A pergunta: a lesão está apenas entre as raízes ou estende-se ao osso circundante, ao canal mandibular ou à base da mandíbula?
Pedido: TCFC de campo ampliado da região posterior da mandíbula.
O que a imagem mostrou:
O que mudou no plano: a imagem dimensionou a lesão para o planejamento cirúrgico — o acesso, a osteotomia e a margem de segurança — e orientou o encaminhamento para a biópsia e o estudo anatomopatológico. O diagnóstico definitivo é sempre do exame microscópico; a imagem tridimensional definiu como chegar até ele com segurança.
Registro: as medidas e a localização da lesão ficam documentadas, e o controle pós-cirúrgico é comparável ao exame inicial.
Casos ilustrativos, com dados anonimizados. Nenhuma informação identifica pacientes reais; o diagnóstico e a condução do tratamento são sempre do cirurgião-dentista que solicita o exame.
Quando o caso pede, a mesma tomografia sai do computador: a clínica trabalha com modelos anatômicos impressos em 3D e guias cirúrgicos produzidos a partir da imagem. A réplica do osso do paciente permite estudar a região, simular a osteotomia e antecipar o passo cirúrgico antes de tocar no paciente.
Nas reabilitações sobre implante, o escaneamento intraoral completa o fluxo: a superfície dos dentes se soma ao osso da tomografia em um mesmo planejamento virtual.
Onde fazer o exame: Av. República Argentina, 665 — Conjunto 1306, Água Verde, Curitiba (CLM 919). Agendamento pela central: (41) 3014-7272. Segunda a sexta, das 8h às 18h; sábado, das 8h às 13h.
O mesmo fluxo desta página atende a sua rotina: pedido → aquisição dirigida à sua pergunta → entrega em template editado ou DICOM sem edição → acesso permanente por login e senha.
Quando o caso exige, guia cirúrgico e modelo impresso saem do próprio exame. Veja os protocolos por especialidade e o que cada tipo de exame oferece ao seu planejamento.
Na dúvida de qual campo ou protocolo pedir, fale com a nossa equipe pela central (41) 3014-7272 — indica-se a aquisição conforme o objetivo do caso.
Exames digitais, com resultado online para você e para o seu dentista
Melhor clínica de radiologia odontológica
Dra. Paula de Moura, responsável técnica
Água Verde — Av. República Argentina, 665
A RadioCenter entrega a tomografia que sustenta o seu caso: imagem 3D, dose mínima, entrega digital e laudo com responsabilidade técnica.
Tomografia do osso onde o implante vai entrar.
Radiografia e tomografia da raiz do dente.
Siso, dente incluso e cirurgias da face.
Exames da articulação da mandíbula.
Documentação completa para iniciar o tratamento.
Imagem de alterações na boca e nos maxilares.
Av. República Argentina, 665 — Cj. 1306 (CLM 919)
Curitiba – PR, 80240-210
(41) 3014-7272
Segunda a sexta, 8h às 18h · Sábado, 8h às 13h
Segunda à sexta-feira das 08:00h às 18:00h; e aos Sábados das 08:00h às 13:00h